sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Certo ou Errado?


O certo ou errado comanda nossas vidas em quase 100% do tempo....estranho isso não? Porém estamos antenados ininterruptamente nesse conceito e somos guiados por esse valor.

Provavelmente esse valor foi criado pelas religiões (um “mal” necessário em nossas vidas, segundo meu entendimento). Mas isso é assunto para um outro post.

Quando estamos em sociedade, ficamos antenados para nos enquadrarmos dentro das regras criadas por alguns, mas isso só vale quando acreditamos que estamos sendo avaliados ou observados, por exemplo: numa reunião social, nossas vestimentas deverão estar de acordo com as etiquetas, e procuramos seguir atentamente todas as etiquetas, seja no falar, no alimentar-se, nas maneiras em geral, somos guiados nesse momento pela necessidade de aceitação por parte do grupo, ou seja, nosso ego deseja ardentemente ser acariciado, elogiado e elevado às alturas, normalmente nesses momentos usamos nossas máscaras mais “duras” de forma a não deixar transparecer de modo algum aquele nosso “Eu” pleno.

Entretanto, quando estamos no trânsito...., por exemplo, bom nesses momentos somos anônimos, certo? Não tem nenhum “conhecido” nos observando...uau! hora de deixar cair as máscaras...viiiixxxi..., tente um dia se observar no trânsito, fique 100% ligado no seu comportamento ao volante. Faça o exercício: deixe um caderninho no carro e quando parar anote o seu comportamento: Quantas vezes você xingou alguém? Quantas vezes, usou a buzina? Quantas vezes, fez manobras inadequadas? Quantas vezes se distraiu com o rádio ou com o celular, ou olhando aquela espetacular espécime humana que estava na calçada ou atravessou a rua?...ou quantas vezes você fez julgamentos sobre o comportamento ou aparência de alguém? Eu, por exemplo, fui um dia, alertada, pelo meu marido, foi numa época em que ele ficou sem a carteira de motorista e eu dava carona para ele. O meu marido começou a se divertir ao observar o meu comportamento no trânsito, qualquer pessoa que fizesse algo, que, no meu entender, fosse inadequado, já era automaticamente taxado de “CORNO” ou “filho da puta” e isso era tão automático (aliás essa coisa do automático também é assunto p/ outro post) que eu nunca me dei conta, graças a Deus que ele fez essa observação e a partir de então, tenho procurado me conscientizar.

Quando estamos sendo observados nos ocupamos em fazer as coisas “certas” em ser politicamente corretos, etc, quando estamos anônimos (geralmente) assumimos nosso “pior”. Porém o que quero chamar atenção aqui é sobre a questão do julgamento (certo ou errado), por que as coisas não podem simplesmente ser como são? Por que eu não posso xingar um filho da puta que passa no farol fechado, por exemplo, sem precisar classificar esse comportamento como certo ou errado? Qual é a força que nos move para o julgamento?

Seria o que chamamos de “Ego”? (segundo a psicanálise: Ego = a parte mais superficial do id , a qual, modificada por influência direta do mundo exterior, por meio dos sentidos, e, em conseqüência, tornada consciente, tem por funções a comprovação da realidade e a aceitação, mediante seleção e controle, de parte dos desejos e exigências procedentes dos impulsos que emanam do id).

Tudo indica que sim, quanto mais alimentamos o tal do “Ego” mais entramos no julgamento das coisas, das pessoas, das instituições, das nações e até mesmo da natureza. Julgar, segundo o Aurélio é: pronunciar sentença, formar juízo crítico, etc. Entramos no julgamento também por acreditarmos na imutabilidade do universo, achamos que podemos definir o infinito, queremos definir tudo, até Deus, é o mesmo que dizer: isso é:...., o aprofundamento no estudo da física quântica tem mostrado que nada é, o átomo (acreditava-se até pouco tempo que fosse a menor partícula da matéria) tem natureza dual, pode se apresentar como partícula ou como onda, o comportamento do átomo varia de acordo com a fonte observadora, já foi provado também que o átomo já não é mais a menor partícula da matéria, agora a física está decompondo os quarks e quanto mais se aprofunda no estudo da matéria mais fica evidente que a matéria não tem solidez, é como se fosse uma ilusão de ótica, o que da solidez a matéria é a energia, está cada vez mais difícil de provar que a matéria existe. Logo, faz-se necessário aceitar a impermanência, nada é definitivo, muito menos as pessoas. Então como podemos “definir” que alguém ou alguma coisa é isso ou aquilo?

Já crescemos o suficiente para sair do julgamento, já sabemos que as pessoas são nossos espelhos, então toda vez que julgamos alguém, na verdade estamos olhando nossa imagem refletida nesse alguém, ou seja, estamos julgando a nós mesmos, hilário, ...há, há, mas, como disse Einstein “ Deus não joga dados” , a vida não é um jogo, como alguns querem crer, parece mais uma orquestra perfeita onde cada um tem seu lugar e seu papel, não é um dado que Deus joga para decidir o destino de alguém ou de algo, é uma sinfonia perfeita!

Então, como sair do julgamento? ACEITAÇÃO, aceitando primeiro a nós mesmos exatamente como somos, não significa idolatrarmos nossa ignorância, aceitar é sair do julgamento, nesse momento eu sou....” “ (magra, gorda, feia, bonita, maledicente, orgulhosa, etc) ok, eu me aceito e me amo incondicionalmente, não preciso me castigar por isso. Quando ocorre a aceitação, é o mesmo que acender uma luz na escuridão, a escuridão desaparece magicamente. Quando tomamos consciência do nosso estado, ocorre a transformação: a gata borralheira se transforma em uma linda princesa, é tão simples assim. Quando começamos a aceitar o nosso eu pleno, (luz e escuridão) encontramos o caminho da transcendência do Ego, o caminho do paraíso, o caminho da luz. Quanto mais negamos nosso lado escuro, mais ele fica evidente, arraigado, incrustado. Quando reconhecemos a escuridão, faz-se a luz, porque a consciência é a luz, então, tomar consciência é lançar luz, e somente a luz, pode combater a escuridão. Quando nos aceitamos como seres plenos, automaticamente passamos a aceitar o outro também plenamente, sem julgamentos. Ora, se o outro é nosso espelho e se julgamos o outro pela imagem que refletimos nele, no momento em que nos aceitamos, cessam os julgamentos certo?

Beijos no coração!

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Tibet: Um País Invadido

Até o ano de 1949 o Tibete era um estado soberano habitado por 6 milhões de pessoas, que possuiam uma língua, uma cultura e uma civilização de milhares de anos.
Em 1949 o Tibete sofreu uma invasão armada por parte de seu vizinho, a China. A partir desta invasão o território do Tibete, que era do tamanho da Europa Ocidental, com uma extensão de dois milhões e meio de quilômetros quadrados, foi desmembrado: mais da metade do território foi sumariamente anexado à China, a parte restante foi designada como " Região Autônoma do Tibete". Consequências:
> Um milhão e duzentos mil tibetanos mortos por conta da ocupação chinesa;
> Sete milhões e meio de colonos chineses introduzidos no Tibete, para sobrepujar a população tibetana;
> Cerca de trezentos mil militares chineses de plantão no Tibete (um soldado para cada dez tibetanos);
> Milhares de prisioneiros políticos, entre os quais monges e monjas (a maioria adolescentes);
> Cerca de cento e setenta e cinco mil tibetanos vivendo no exílio;
> Práticas de aborto forçado às vezes em estágio de gravidez avançada, e de esterelização forçada em mulheres tibetanas (há relatos de assassinatos de recém-nascidos tibetanos no hospital);
> Mais de seis mil mosteiros, templos e construções históricas saqueadas e destruídas.

Em 1959 Uma comissão Internacional de Juristas Declara Que um Genocídio Está sendo Cometido no Tibete.

A Assembléia Geral das Nações Unidas aprovou três resoluções em 1960, em 1961 e em 1965, condenando a China pelas violações dos direitos fundamentais do povo tibetano e exigiu que a China respeitasse estes direitos, inclusive o direito de autodeterminação.

O Congresso dos Estados Unidos e o Senado Australiano, numa Resolução de 1993 declaram que o Tibete é um país ocupado e o Parlamento Europeu manifestou seu apoio ao Tibete.

A luta dos tibetanos baseia-se na não violência. O Dalai Lama, líder espiritual dos tibetanos, em exílio, pede ajuda ao mundo. Invoca a solidariedade humana, o interesse que a humanidade deve ter em relação aos seus semelhantes:

"Somos uma grande família humana. Temos responsabilidades uns para com os outros".

O ponto crucial é que a China afirma que o Tibete não é o Tibete, mas apenas uma parte da China. De acordo com esta afirmação, qualquer manifestação da cultura tibetana é vista como um ato de traição, como uma demonstração de "política separatista" que objetiva dividir a "pátria".

Um relatório sobre violações de Direitos Humanos no Tibete em 1996, denuncia numerosas mortes de monges e "prisioneiros políticos" em decorrência de torturas. Monges que se recusam a renegar o Dalai Lama, apanham até a morte.

Monjas que entoam cantos de independência do Tibete, foram detidas, torturadas, violentadas.

Campanhas de " reeducação" foram instauradas em todo o país. Os tibetanos devem:

Opor-se ao separatismo
Aceitar a união da China e do Tibete
Reconhecer o Pavhen Lama apontado pelos chineses, e não aquele (que está desaparecido) reconhecido pelo Dalai Lama.
Negar que o Tibete já foi ou que poderia voltar a ser independente.
Afirmar que o Dalai Lama está destruindo a unidade da nação.

Um menino de seis anos, Gedhun Choekyi Nyima, foi declarado Panchen Lama em maio de 1995. O Panchem Lama é a segunda autoridade espiritual do Tibete, depois do Dalai Lama. A partir desta declaração, o menino e sua família " desapareceram" e a equipe de religiosos que fez o reconhecimento foi presa e julgada, acusada de traição pelo governo chinês.

O Tibete é usado como depósito de lixo nuclear;
A quarta parte dos mísseis nucleares da China está estacionada no Tibete;
O ecossistema tibetano foi severamente danificado: florestas destruídas e animais selvagens dizimados;
Riquezas minerais foram pilhadas.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

"Sempre a Primavera, nunca as mesmas flores"

Hoje, 22 de setembro de 2008 as 12h44, teve início a estação denominada "Primavera"

Segundo a filosofia taoísta, a natureza é dividida em ciclos e cada ciclo nos ensina uma lição:

Verão é o augue, onde o yang atinge seu ponto máximo, a vida entra em ebulição com a fartura dos alimentos, os filhotes ficam mais fortes, as águas evaporam e o céu fica carregado de nuvens, os brotos crescem rapidamente, é o momento de aproveitar a abundância da natureza;

No outono, a luminosidade do sol diminue pouco a pouco, os animais começam a se preparar para a ibernação, a natureza produz os últimos frutos, é o momento de estocar para suportar o frio que se aproxima;

No inverno é a época do recolhimento, as noites são longas e os dias são curtos, as árvores perdem suas folhas, a paisagem é só frio e silêncio;

Primavera, época de renascimento, a vida retoma suas atividades após a estagnação do inverno, as folhas brotam, a paisagem muda de tom, o cinza do inverno dá lugar ao verde claro e fresco, tudo volta a pulsar....época das flores, das cores, dos aromas...é a vida brotando, surgindo, colorindo e encantando....

Quero aproveitar esse momento mágico da Natureza, para deixar os meus "brotos" surgirem, Quero ser plena como a Primavera, a partir de hoje, não vou mais dar atenção aquela vozinha babaca que fica dizendo que eu não posso isso, não tenho capacidade daquilo...ah! cansei dessa voz boboca...Eu Sou!!!! Eu Sou o Sol, Sou a chuva, Sou a Terra, Sou a água, Sou o caminho, Sou o tempo, Sou o Vento, Sou a verdade, Sou o amor, Sou a vida...Eu Sou tudo e não Sou nada, Eu sou a plenitude: sou o claro e o escuro, o feio e o belo, a noite e o dia, o pequeno e o grande, o bem e o mal. Eu Sou as infinitas possibilidades! Eu me aceito na minha plenitude e sou grata por tudo o que Sou, não me julgo mais e os meus medos desaparecem quando aceito a plenitude!

Deixo aqui, um lindo poema...

Que a força do medo que tenho
Não me impeça de ver o que anseio;
Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca;
Porque metade de mim é o que eu grito,
Mas a outra metade é silêncio...

Que a música que eu ouço ao longe
Seja linda, ainda que tristeza;
Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada
Mesmo que distante;
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade...

Que as palavras que eu falo
Não sejam ouvidas como prece
E nem repetidas com fervor,
Apenas respeitadas como a única coisa que resta
A um homem inundado de sentimentos;
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo...

Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço;
E que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada;
Porque metade de mim é o que penso
Mas a outra metade é um vulcão...

Que o medo da solidão se afaste
E que o convívio comigo mesmo
Se torne ao menos suportável;
Que o espelho reflita em meu rosto
Um doce sorriso que me lembro ter dado na infância;
Porque metade de mim é a lembrança do que fui,
A outra metade eu não sei...

Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
para me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais;
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço...

Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade para faze-la florescer;
Porque metade de mim é platéia
E a outra metade é canção...

E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade... também.

(Oswaldo Montenegro)






quinta-feira, 18 de setembro de 2008

O que é cidadania?

Gostaria de falar sobre cidadania....

Segundo o Dicionário Aurélio, “cidadania é a qualidade ou estado do cidadão”, entende-se por cidadão “o indivíduo no gozo dos direitos civis e políticos de um estado, ou no desempenho de seus deveres para com este”.

Segundo o Prof ° Vanderlei de Barros Rosa, o Ser humano evolui até o Ser Cidadão!

O Ser Humano: Dimensão do convívio social; o homem tornar-se Ser humano nas relações de convívio social.

O Ser Indivíduo: A dimensão do mercado de trabalho e consumo; O Ser humano tornar-se indivíduo quando descobre seu papel e função social.

O Ser Pessoa: A dimensão de encontrar-se no mundo. O indivíduo tornar-se pessoa quando toma consciência de si mesmo, do outro e do mundo.

O Ser Cidadão: A dimensão do intervir na realidade. A pessoa torna-se cidadão quando intervém na realidade em que vive.

No sentido ateniense do termo, cidadania é o direito da pessoa em participar das decisões nos destinos da Cidade através da Ekklesia (reunião dos chamados de dentro para fora) na Ágora (praça pública, onde se agonizava para deliberar sobre decisões de comum acordo). Dentro desta concepção surge a democracia grega, onde somente 10% da população determinava os destinos de toda a Cidade (eram excluídos os escravos, mulheres e artesãos).

A cidadania surgiu na Idade Antiga séc. V d.c, após Roma conquistar a Grécia, porém, apenas homens (não estrangeiros) e proprietários de terras eram considerados cidadãos. A idéia se estendeu pela era feudal, uma vez que os servos não participavam das decisões nem da vida política, pois deviam lealdade aos senhores.

Na Idade Moderna séc. XV ao XVIII d.c, os países formados pelo desaparecimento dos feudos eram governados por Reis, os Reis mandavam em tudo e eram apoiados pela burguesia que sustentava o sistema com pagamento de impostos. Quando o Rei começou a contrariar a classe burguesa surgiram várias revoluções para acabar com o Absolutismo (poder absoluto do Rei): Revolução Industrial, Iluminismo, Revolução Francesa, Independência dos EUA e Revolução Inglesa.

Com o fim do Absolutismo, (a partir do séc. XVIII), surge o Estado de Direito, onde todos têm direitos iguais garantidos na constituição.

Foi um longo caminho até aqui, entretanto, sabemos ainda muito pouco sobre o que é ser cidadão.

“Ser cidadão é ter consciência de que é sujeito de direitos. Direitos à vida, à liberdade, à propriedade, à igualdade, enfim, direitos civis, políticos e sociais. Mas este é um dos lados da moeda. Cidadania pressupõe também deveres. O cidadão tem de ser cônscio das suas responsabilidades enquanto parte integrante de um grande e complexo organismo que é a coletividade, a nação, o Estado, para cujo bom funcionamento todos têm de dar sua parcela de contribuição”.

Concordo plenamente com o Prof° Vanderlei é necessário percorrer um longo caminho de evolução até nos tornarmos cidadãos, porque o cidadão precisa ter consciência dos seus direitos, “o poder emana do povo” mas é primordial conhecer e exercer seus deveres. Infelizmente no momento atual não temos tempo para ser cidadãos, estamos tão focados no ter, que tudo o mais fica em segundo plano.

Todos anseiam e buscam o último modelo de TV de LCD, os mais modernos aparelhos eletrônicos, os automóveis mais confortáveis. Nesse momento está ocorrendo uma corrida maluca para a compra do imóvel dos sonhos. O custo do m2 de obra construída fica em torno de R$ 1.000,00, mas não hesitamos em pagar três, quatro, cinco vezes mais. Daí precisaremos, trabalhar e ganhar muito mais para satisfazer nossa sede de consumo, inicia-se um círculo doente: stress, pânico, depressão, simplesmente porque o consumo desenfreado não nos deixa tempo para praticar o Ser, só pensamos em praticar o TER, fica um vazio enorme e uma infelicidade constante, não temos tempo nem mesmo para nós, que dirá para ser cidadão....

Uma pesquisa do Ibope de 25/11/03 mostrou que 56% dos brasileiros não têm vontade de participar das práticas capazes de influenciar nas políticas públicas, 35% nem tem conhecimento desse assunto, 26% acham o assunto chato demais, 44% manifestaram algum interesse, 54% dos jovens entre 16 e 24 anos têm interesse pelos assuntos públicos, porém o interesse diminui conforme aumenta a idade.

Para ser cidadão, precisamos primeiro, nos curar das doenças sociais, principalmente a doença do consumo exagerado, quanto mais consumimos, mais geramos lixo para intoxicar o planeta. Cada vez, que formos atraídos para o consumo precisamos parar na frente da vitrine e nos perguntar: precisamos realmente disso? Sem consciência, não existe cidadão. Uma semana sem assistir TV já pode dar uma pequena desintoxicada em nossas mentes, já que a TV tem um apelo absurdo para o consumo. Convido você a refletir sobre cidadania, a pergunta é: como posso contribuir para um mundo melhor? Se você se achar incapaz, lembre-se da estória do passarinho que foi apagar um incêndio na floresta, carregando uma gota de água no bico, quando foi ridicularizado, pelos demais animais, ele disse simplesmente: estou fazendo a minha parte! Somos todos passarinhos, precisamos refletir sobre a nossa contribuição. O mundo muda, quando mudamos!

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Olá

Pretendo escrever sobre meus diálogos internos, que são infinitos.

Esses diálogos dizem respeito a vida, a felicidade, a convivência compartilhada...enfim tem ênfase no Ser. Acredito na felicidade e me considero uma pessoa feliz....meu sonho é ver as pessoas felizes, sonho com um mundo realmente colorido, alegre e pacífico e tenho convicção que isso não é utopia. Acredito plenamente no amor.