O texto a seguir tem base no livro "A Sabedoria da Natureza" do autor Roberto Otsu, livro realmente magnífico, recomendo amorosamente a todos. O autor escreveu o livro com base no Taoísmo, I Ching, Zen e os ensinamentos essênios. Vou colocar abaixo, um resumo sobre as lições da natureza:
As Estações nos mostram os ciclos da vida;
Primavera, início de ciclo; nascimento das folhas, brotos, flores...a natureza se veste com toda sua beleza e prosperidade para encantar nosso olhar, a primavera é como a criança que traz alegria, vida, pureza, beleza, esperança, encanto, abre em nosso coração uma enorme vontade de amar, de viver, nos diz que tudo vale a pena...
Verão: o verão nos mostra a plenitude, as folhas verdes-clara ganham cores com a luminosidade e as chuvas, os brotos crescem, há fartura de alimentos, momento de aproveitar a abundância da natureza, nos faz lembrar a intensidade da adolescência, o pico de energia plena;
Outono: a luminosidade do sol diminui pouco a pouco, o dia e a noite voltam a ter a mesma quantidade de horas, a natureza produz os últimos frutos, as árvores visosas começam a poupar energia e interrompem o processo de fotossíntese,com isso as folhas das árvores mudam de cor e a natureza se transforma, o verde dá lugar aos amarelos, ocres e vermelhos...o outono nos mostra a maturidade da vida;
Inverno: a luminosidade do sol já não é capaz de aquecer a metade norte do planeta, as noites são longas e os dias curtos, as cores quentes do outono desaparecem, a paisagem da natureza é de frio e silêncio, os animais hibernam em suas tocas, época de recolhimento a espera da primavera...
As estações do ano nos ensina que quando não mudamos para viver o momento presente deixamos de vivenciar cada fase da existência, deixamos de viver de forma plena. As estações nos mostram que todas as coisas são mutáveis, nada é permanente " A única coisa que é permanente é a impermanência" . A natureza não se estressa por causa da impermanência, os frutos caem da árvore e a árvore, não faz um drama por causa disso, simplesmente a vida segue...
As Lições da água:
A água procura o caminho mais fácil;
A água não briga com os obstáculos, se tiver uma pedra no meio do rio, não importa o tamanho, a água não para e fica brigando com a pedra, não se lamenta, não se magoa, não chora, não faz drama...ou ela contorna a pedra e continua fluindo, ou passa por cima e continua fluindo, feliz e catante...
A água se acumula até encontrar a borda mais baixa: quando a água encontra um buraco, ela não resiste em cair, não fica estressada e nem faz drama...ela simplesmente cai, se preenche dela mesma e sai tranquilamente pela borda mais baixa...sem qualquer mágoa, apenas seguindo seu objetivo de chegar ao oceano..
O que mantém a vida da água é o fluxo; água parada apodrece, fica feia, suja, sem vida, fedorenta...é preciso fluir
O oceano é grande porque fica no lugar mais baixo; essa é uma grande lição de humildade, a água não se esforça para subir ao topo da montanha, para chegar aos lugares mais altos, a missão da água é servir, a água sabe que suas qualidades são recebidas da própia natureza, o oceano é receptivo, acolhe todos os rios, amorosamente, não importa de onde venham...
Existe uma única água no mundo; a água que hoje alimenta e beneficia tudo o que existe na Terra é a mesma desde sua formação; o gelo do Pólo Norte é água, as nuvens do céu do Deserto de Atacama são água. Todos os seres vivos têm água na sua composição bioquímica. Existe água no sangue do ser humano e no sangue do passarinho. Na pétala da flor e no pé da árvore, no xixi do bebê e na lágima do ancião, no suor do anmal e no néctar da flor. Toda essa água circula sem cessar, desde a formação da Terra, há bilhões de anos. E é sempre a mesma água. Ao beber um copo d´agua, não se bebe apenas água. Bebem-se todas as memórias da água e de toda história do Planeta. A água que bebemos já foi chuva, rio, oceano, gelo da era glacial, sangue do homem de Neanderthal e lavou as mãos de Pôncio Pilatos, já foi vapor de maria-fmaça e nuvem do Atacama e molho de tomate, já foi xixi de bebê e néctar que alimenta o beija-flor...Existe uma única água no mundo.
De acordo com essa visão, assim como a água é uma só, tudo no mundo é uma coisa só. E tudo é sagrado, assim, quando se toca uma parte, se toca o todo. Tocar a folha é tocar a árvore. Ao tocar-se os cabelos, toca-se a pessoa. Quando se toca o orvalho, toca-se toda água do Planeta. Assim a unicidade da água mostra que nada está isolado, nada está fora do todo e tudo forma uma única realidade, nada e ninguém é melhor nem pior do que outra coisa ou outra pessoa. Tudo e todos merecem respeito, a mesma reverência. Quando pensamos nisso, automaticamente aflora em nós a compaixão, sentimento de amor e afeição por todas as coisas, entendemos que gostar de uma parte é gostar do todo, é respeitar a gota de chuva, cada ser, entendendo que qualquer pedaço de algo sagrado, é sagrado.
A água é discreta, participa de todos os processos da vida do planeta e não se vangloria de nada, procura os lugares mais baixos, acolhe a todos, se adapta as situações, flui, se interioriza, não briga com ninguém e não faz nada além de beneficiar as coisas, não deseja nada a não ser servir, nos mostra a ligação de todas as coisas, nos ensina que todos os fenômenos são manifestação de uma coisa só, e que essa coisa é o sagrado.
Agora me digam se tudo isso não divino???
No próximo post acrescentarei algumas outras lições da Natureza
Namastê!! muita paz meus sagrados irmãos!
quarta-feira, 27 de maio de 2009
terça-feira, 19 de maio de 2009
O significado da Vida - Vídeos
Estou postando 4 vídeos sequencias (1/4; 2/4; 3/4 e 4/4) de uma entrevista concedida por Robert Happe, um holandês que dedicou-se a descobrir o significado da vida e para isso estudou filosofia e religiões, além de viajar pelos paises e continentes de modo a estudar as diversas culturas habitantes deste planeta. As considerações de Robert são magnifícas, realmente vale a pena ouvir o que ele tem a dizer.
Namastê
O Significado da Vida - Parte 1
O Significado da Vida - Parte 2
O Significado da Vida - Parte 3
O Significado da Vida - Parte 4
Namastê
O Significado da Vida - Parte 1
O Significado da Vida - Parte 2
O Significado da Vida - Parte 3
O Significado da Vida - Parte 4
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Laissez-Faire - Parte II
Boa Noite!
É importante dar continuidade nesse assunto, embora não tenha pretensão de discutir economia e política nesse blog, (meu real interesse é refletir sobre a questão da cidadania), mas para chegarmos a esse entendimento sobre o que é um ser cidadão, me parece necessária uma reflexão global (pode ser que eu esteja enganada, na verdade escrever sobre as reflexões me ajudam a refletir, é mais ou menos como uma terapia).
Na década de 60 a economia mundial sofreu um abalo, causado por dois aumentos sucessivos no preço do petroléo, isso evidenciou a fragilidade do dólar, ou seja, ficou claro que não havia ouro suficiente para os dólares em circulação, a consequência foi um colapso do acordo de Bretton Woods (acordo internacional para o gerenciamento econômico, com definição de regras para o comercio internacional).
Os países subdesenvolvidos aumentaram seu endividamento na tentativa de gerenciar a crise no preço do petróleo, houve alta da inflação, queda nas taxas de lucros, etc. Nessa época ressurgem os críticos a política Keynesiana de intervenção governamental, esse movimento ficou conhecido como neoliberalismo. Os neoliberais apontou o modelo Keynesiano como responsável pela crise, responsabilizaram os impostos altos e os tributos excessivos juntamente com a regulamentação das atividades econômicas como culpados pela queda de produção e aumento da inflação. Propuseram a redução gradativa do poder do Estado, diminuição dos tributos, privatização das estatais, diminuição ou neutralização da força sindical com o objetivo de gerar mais empregos e incentivar os investimentos. Isso lhe parece familiar?
Bom, as elites econômicas adotaram de cara o neoliberalismo, especialmente EUA e Grã-Bretanha, e o neoliberalismo tomou corpo na década de 70. Não sei se vocês se lembram mas o FHC também gostou da idéia e iniciou um processo de reformulação do papel do Estado, criando bases mais saudáveis na economia brasileira. Aí chegou o companheiro Lula, crítico assaz do neoliberalismo.
A idéia não é discutir o que é bom ou ruim, até porque não acredito nesse parâmetro do tudo ou nada, acredito que o melhor é sempre escolher o caminho do meio, para isso recorro a 4ª Lei Hermética, a Lei da Polaridade que diz que todas as verdades são meias verdades. Mas vamos as reflexões:
A política econômica do nosso presidente consiste em arrecadar dos "ricos" tudo o que for possível, ficar com uma boa fatia para felicitar os companheiros e distribuir uma fatia para os "pobres" é um verdadeiro Robin Hood , com algumas diferenças significativas. O que ocorre é que, no meu entender, as crenças/valores do PT estão obsoletos, (veja, eu fui uma "cara pintada", fui nos comícios do PT para ajudar a derrubar o Collor, votei no PT em várias eleições, inclusive votei no Lula no primeiro mandato, enfim, naquela época eu acreditava que o PT era a salvação), como já mencionei antes, não se trata de crítica e sim de reflexão, até porque, possivelmente, eu não faria melhor do que eles fizeram até aqui.
No meu entender o governo Lula, tem "boas intenções" e quero acreditar que as pessoas que foram beneficiadas com o bolsa família e outros programas, realmente estão em uma situação um pouquinho melhor, cansamos de ver reportagens mostrando a miséria de muitas famílias em várias regiões do Brasil que não tinham absolutamente nada para cozinhar para seus filhos, uma situação de cortar o coração de qualquer ser humano!
Ocorre que administrar tirando de quem tem mais para dar a quem tem menos me parece tão injusto quanto ver a situação dos miseráveis. No meu entender, isso é coisa de uma mente pobre, limitada, é falta de fé nos talentos que Deus deu igualmente a todos. As pessoas não querem esmolas, elas querem o direito de exercer seus direitos, elas querem ter a chance de exercer seus talentos, elas querem ter a chance de produzir e sentir o sabor vigoroso de suas conquistas. Eu, como nordestina que sou, tive a oportunidade de checar a quantidade de pessoas que estão em depressão no nordeste, são pessoas que se "encostaram" no governo e cuja vida ficou sem sentido. Pessoas guerreiras, batalhadoras, fortes, inteligentes, brilhantes, cujos talentos foram suprimidos....
Se você puder, me ajude nessas reflexões, deixando seu comentário, procure analisar a situação do nosso país, mas faça isso racionalmente e não emocionalmente, pois quando ficamos inflados nas emoções falamos coisas muitas vezes tolas e vazias. Veja, os empresários estão numa situação realmente complicada, uma armadilha horrível, a carga tributária é absurda, se todas as empresas fossem 100% honestas e éticas, não conseguiriam pagar todos os tributos, então cada um vai buscando seus caminhos, saídas para se manterem no mercado; Os sindicatos nunca estiveram tão fortes e tão corruptos o que agrava muito a situação da economia; o governo não faz a mínima questão de reduzir seus gastos, ao contrário, temos a impressão de que os parlamentares só criam Leis para seus próprios benefícios; a população está seriamente endividade, seja no cartão de crédito, financiamento de imóveis e veículos, cheque especial, etc e precisam trabalhar cada vez mais na tentativa de sair do buraco gerando sérios problemas emocionais e familiares.
Se você fizer uma rápida pesquisa na internet, poderá notar que são muitos os críticos no "neoliberalismo" e vai notar até que alguns governos tiveram sérios problemas ao adotarem essa política, não tenho pretensão de dizer aqui o que é melhor ou pior, mas precisamos, pelo menos, ir em busca das respostas, precisamos sair das armadilhas, precisamos aprender a fazer escolhas, precisamos exercer nossa cidadania.
Gostaria muito que aparecesse pelo menos um candidado nas próximas eleições, que não venha fazer discursos tolos e vazios, falando de si próprios ou de outros, gostaria de ver alguém que fale de administração e economia, que mostre conhecer um pouco do cenário real, que fale de orçamento, de produção e que possa cuidar pelo menos um pouquinho da educação que é a base de uma sociedade melhorada.
Namastê!!!
É importante dar continuidade nesse assunto, embora não tenha pretensão de discutir economia e política nesse blog, (meu real interesse é refletir sobre a questão da cidadania), mas para chegarmos a esse entendimento sobre o que é um ser cidadão, me parece necessária uma reflexão global (pode ser que eu esteja enganada, na verdade escrever sobre as reflexões me ajudam a refletir, é mais ou menos como uma terapia).
Na década de 60 a economia mundial sofreu um abalo, causado por dois aumentos sucessivos no preço do petroléo, isso evidenciou a fragilidade do dólar, ou seja, ficou claro que não havia ouro suficiente para os dólares em circulação, a consequência foi um colapso do acordo de Bretton Woods (acordo internacional para o gerenciamento econômico, com definição de regras para o comercio internacional).
Os países subdesenvolvidos aumentaram seu endividamento na tentativa de gerenciar a crise no preço do petróleo, houve alta da inflação, queda nas taxas de lucros, etc. Nessa época ressurgem os críticos a política Keynesiana de intervenção governamental, esse movimento ficou conhecido como neoliberalismo. Os neoliberais apontou o modelo Keynesiano como responsável pela crise, responsabilizaram os impostos altos e os tributos excessivos juntamente com a regulamentação das atividades econômicas como culpados pela queda de produção e aumento da inflação. Propuseram a redução gradativa do poder do Estado, diminuição dos tributos, privatização das estatais, diminuição ou neutralização da força sindical com o objetivo de gerar mais empregos e incentivar os investimentos. Isso lhe parece familiar?
Bom, as elites econômicas adotaram de cara o neoliberalismo, especialmente EUA e Grã-Bretanha, e o neoliberalismo tomou corpo na década de 70. Não sei se vocês se lembram mas o FHC também gostou da idéia e iniciou um processo de reformulação do papel do Estado, criando bases mais saudáveis na economia brasileira. Aí chegou o companheiro Lula, crítico assaz do neoliberalismo.
A idéia não é discutir o que é bom ou ruim, até porque não acredito nesse parâmetro do tudo ou nada, acredito que o melhor é sempre escolher o caminho do meio, para isso recorro a 4ª Lei Hermética, a Lei da Polaridade que diz que todas as verdades são meias verdades. Mas vamos as reflexões:
A política econômica do nosso presidente consiste em arrecadar dos "ricos" tudo o que for possível, ficar com uma boa fatia para felicitar os companheiros e distribuir uma fatia para os "pobres" é um verdadeiro Robin Hood , com algumas diferenças significativas. O que ocorre é que, no meu entender, as crenças/valores do PT estão obsoletos, (veja, eu fui uma "cara pintada", fui nos comícios do PT para ajudar a derrubar o Collor, votei no PT em várias eleições, inclusive votei no Lula no primeiro mandato, enfim, naquela época eu acreditava que o PT era a salvação), como já mencionei antes, não se trata de crítica e sim de reflexão, até porque, possivelmente, eu não faria melhor do que eles fizeram até aqui.
No meu entender o governo Lula, tem "boas intenções" e quero acreditar que as pessoas que foram beneficiadas com o bolsa família e outros programas, realmente estão em uma situação um pouquinho melhor, cansamos de ver reportagens mostrando a miséria de muitas famílias em várias regiões do Brasil que não tinham absolutamente nada para cozinhar para seus filhos, uma situação de cortar o coração de qualquer ser humano!
Ocorre que administrar tirando de quem tem mais para dar a quem tem menos me parece tão injusto quanto ver a situação dos miseráveis. No meu entender, isso é coisa de uma mente pobre, limitada, é falta de fé nos talentos que Deus deu igualmente a todos. As pessoas não querem esmolas, elas querem o direito de exercer seus direitos, elas querem ter a chance de exercer seus talentos, elas querem ter a chance de produzir e sentir o sabor vigoroso de suas conquistas. Eu, como nordestina que sou, tive a oportunidade de checar a quantidade de pessoas que estão em depressão no nordeste, são pessoas que se "encostaram" no governo e cuja vida ficou sem sentido. Pessoas guerreiras, batalhadoras, fortes, inteligentes, brilhantes, cujos talentos foram suprimidos....
Se você puder, me ajude nessas reflexões, deixando seu comentário, procure analisar a situação do nosso país, mas faça isso racionalmente e não emocionalmente, pois quando ficamos inflados nas emoções falamos coisas muitas vezes tolas e vazias. Veja, os empresários estão numa situação realmente complicada, uma armadilha horrível, a carga tributária é absurda, se todas as empresas fossem 100% honestas e éticas, não conseguiriam pagar todos os tributos, então cada um vai buscando seus caminhos, saídas para se manterem no mercado; Os sindicatos nunca estiveram tão fortes e tão corruptos o que agrava muito a situação da economia; o governo não faz a mínima questão de reduzir seus gastos, ao contrário, temos a impressão de que os parlamentares só criam Leis para seus próprios benefícios; a população está seriamente endividade, seja no cartão de crédito, financiamento de imóveis e veículos, cheque especial, etc e precisam trabalhar cada vez mais na tentativa de sair do buraco gerando sérios problemas emocionais e familiares.
Se você fizer uma rápida pesquisa na internet, poderá notar que são muitos os críticos no "neoliberalismo" e vai notar até que alguns governos tiveram sérios problemas ao adotarem essa política, não tenho pretensão de dizer aqui o que é melhor ou pior, mas precisamos, pelo menos, ir em busca das respostas, precisamos sair das armadilhas, precisamos aprender a fazer escolhas, precisamos exercer nossa cidadania.
Gostaria muito que aparecesse pelo menos um candidado nas próximas eleições, que não venha fazer discursos tolos e vazios, falando de si próprios ou de outros, gostaria de ver alguém que fale de administração e economia, que mostre conhecer um pouco do cenário real, que fale de orçamento, de produção e que possa cuidar pelo menos um pouquinho da educação que é a base de uma sociedade melhorada.
Namastê!!!
segunda-feira, 11 de maio de 2009
A Profecia Celestina
Boa Noite amigos, pretendo escrever a parte II sobre o Laissez-faire, pois ficou imcompleto, mas como ainda não tive tempo de escrever, segue uma reflexão sobre a Profecia Celestina, para quem leu o livro ou assistiu o filme, será uma boa recordação, para quem ainda não teve esse prazer, eu recomento, realmente vale a pena. Segue abaixo as visões abordadas:
P.S. o texto abaixo foi extraído da internet, na época não anotei o nome do autor que catalogou a informação.
Namastê!!!
Na primeira visão temos a consciência de que não há coincidências. Somos chamados a prestar atenção a tudo o que acontece, todas as sincronicidades. Quantas vezes já não exclamamos: "Que coincidência!”. É como se estivéssemos em determinada sintonia e, nela, ouvíssemos tudo o que estivesse tocando. Não necessariamente com os ouvidos. Parece que quanto mais tempo sintonizados, mais forte é a música que escutamos, mais freqüentes se tornam as sincronicidades.
"Ao nos conscientizarmos da coincidência estamos nos sintonizando com o mistério do princípio fundamental da ordem no universo"
A segunda visão é como que um prolongamento da primeira. Observamo-nos dentro de um contexto histórico, as coincidências querem nos mostrar algo.
"A Segunda visão é a consciência de que nossa percepção das misteriosas coincidências da vida é uma ocorrência histórica significativa"
O Universo é pura energia.
A Terceira Visão nos passa a idéia de que tudo é energia e nós somos co-criadores, mediante nossos pensamentos, dessa energia. Ensina que, ao admirarmos a beleza, seja na natureza ou pessoas, ao nos esforçamos para ver o belo em tudo, elevamos nossa energia, como se a consciência da energia a fizesse aumentar.
"Quando nos transferimos para uma vibração mais alta, as mensagens tendem a chegar mais rapidamente. Quando usamos nossos dons e habilidades com a intenção correta, as coisas vêm até nós”.
A Quarta Visão trata da competição que há entre nós, pela energia, mesmo inconscientemente. "A Quarta Visão é a consciência de que os seres humanos, com freqüência, rompem sua ligação interior com essa energia mística. Em decorrência disto, temos tido a tendência de nos sentirmos fracos e inseguros, e com freqüência procuramos nos reerguer sugando a energia de outros seres humanos".
"A Quinta Visão é a experiência da ligação interior com a energia divina, e como ela expande nossa perspectiva de vida”.
A Sexta Visão retrata os dramas de controle, ou seja, as artimanhas que podem ser usadas para adquirir energia de outrem. Há o intimidador, o distante, o interrogador e o coitadinho de mim (vítima). São posturas adotadas, pelas pessoas, predominando, geralmente, uma dessas sobre as demais. Esses dramas de controle se baseiam no medo - que é energia negativa - e, quando nos conscientizamos do nosso, temos a chance de transformá-lo, combatê-lo, fortalecendo a nossa ligação com a energia interior.
"A Sétima Visão é a conscientização de que as coincidências têm nos conduzido o tempo todo à realização da nossa missão e à busca da nossa questão vital básica". Devemos entrar na corrente, fazendo o que gostamos, seguindo a intuição.
"A Oitava Visão é a consciência de que a maior parte das sincronicidades tem lugar através das mensagens que nos são trazidas por outras pessoas e que uma nova ética espiritual com relação ao semelhante estimula essa sincronicidade".
"A Nona Visão é a consciência de como a evolução se dará se vivermos as outras visões. (...) À medida que a evolução prosseguir, o crescimento sincronístico elevará nossas vibrações ao ponto em que penetraremos na dimensão da vida após a morte, fundindo essa dimensão com a nossa e encerrando o ciclo nascimento/morte".
A repercussão de A Profecia Celestina demonstra como um maior número de pessoas está buscando uma maneira de evoluir, com a intenção de melhorar-se para ajudar o mundo a progredir.
É um livro ótimo, principalmente se após a sua leitura esforçamo-nos para colocar em prática, cada ensinamento, cada lição. Acredito que seja esse esforço individual e, ao mesmo tempo, coletivo, que está ajudando na transformação do mundo, especialmente nesses últimos anos.
Geral - publicado às 7:02 PM
P.S. o texto abaixo foi extraído da internet, na época não anotei o nome do autor que catalogou a informação.
Namastê!!!
Na primeira visão temos a consciência de que não há coincidências. Somos chamados a prestar atenção a tudo o que acontece, todas as sincronicidades. Quantas vezes já não exclamamos: "Que coincidência!”. É como se estivéssemos em determinada sintonia e, nela, ouvíssemos tudo o que estivesse tocando. Não necessariamente com os ouvidos. Parece que quanto mais tempo sintonizados, mais forte é a música que escutamos, mais freqüentes se tornam as sincronicidades.
"Ao nos conscientizarmos da coincidência estamos nos sintonizando com o mistério do princípio fundamental da ordem no universo"
A segunda visão é como que um prolongamento da primeira. Observamo-nos dentro de um contexto histórico, as coincidências querem nos mostrar algo.
"A Segunda visão é a consciência de que nossa percepção das misteriosas coincidências da vida é uma ocorrência histórica significativa"
O Universo é pura energia.
A Terceira Visão nos passa a idéia de que tudo é energia e nós somos co-criadores, mediante nossos pensamentos, dessa energia. Ensina que, ao admirarmos a beleza, seja na natureza ou pessoas, ao nos esforçamos para ver o belo em tudo, elevamos nossa energia, como se a consciência da energia a fizesse aumentar.
"Quando nos transferimos para uma vibração mais alta, as mensagens tendem a chegar mais rapidamente. Quando usamos nossos dons e habilidades com a intenção correta, as coisas vêm até nós”.
A Quarta Visão trata da competição que há entre nós, pela energia, mesmo inconscientemente. "A Quarta Visão é a consciência de que os seres humanos, com freqüência, rompem sua ligação interior com essa energia mística. Em decorrência disto, temos tido a tendência de nos sentirmos fracos e inseguros, e com freqüência procuramos nos reerguer sugando a energia de outros seres humanos".
"A Quinta Visão é a experiência da ligação interior com a energia divina, e como ela expande nossa perspectiva de vida”.
A Sexta Visão retrata os dramas de controle, ou seja, as artimanhas que podem ser usadas para adquirir energia de outrem. Há o intimidador, o distante, o interrogador e o coitadinho de mim (vítima). São posturas adotadas, pelas pessoas, predominando, geralmente, uma dessas sobre as demais. Esses dramas de controle se baseiam no medo - que é energia negativa - e, quando nos conscientizamos do nosso, temos a chance de transformá-lo, combatê-lo, fortalecendo a nossa ligação com a energia interior.
"A Sétima Visão é a conscientização de que as coincidências têm nos conduzido o tempo todo à realização da nossa missão e à busca da nossa questão vital básica". Devemos entrar na corrente, fazendo o que gostamos, seguindo a intuição.
"A Oitava Visão é a consciência de que a maior parte das sincronicidades tem lugar através das mensagens que nos são trazidas por outras pessoas e que uma nova ética espiritual com relação ao semelhante estimula essa sincronicidade".
"A Nona Visão é a consciência de como a evolução se dará se vivermos as outras visões. (...) À medida que a evolução prosseguir, o crescimento sincronístico elevará nossas vibrações ao ponto em que penetraremos na dimensão da vida após a morte, fundindo essa dimensão com a nossa e encerrando o ciclo nascimento/morte".
A repercussão de A Profecia Celestina demonstra como um maior número de pessoas está buscando uma maneira de evoluir, com a intenção de melhorar-se para ajudar o mundo a progredir.
É um livro ótimo, principalmente se após a sua leitura esforçamo-nos para colocar em prática, cada ensinamento, cada lição. Acredito que seja esse esforço individual e, ao mesmo tempo, coletivo, que está ajudando na transformação do mundo, especialmente nesses últimos anos.
Geral - publicado às 7:02 PM
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Laissez-faire
Ultimamente tenho pensado muito nessa expressão "Laissez-faire", é uma expressão utilizada na economia, defendida inicialmente pelos fisiocratas (primeiros pensadores econômicos) cujo principal defensor foi François Quesnay. Essa idéia/teoria teve forte influência nos economistas clássicos, como o Adam Smith (considerado o "pai" da economia).
A Expressão "Laissez-faire", significa "deixai fazer" foi o símbolo do liberalismo. Segundo essa teoria o melhor Estado era o que menos governava (ou interferia na economia) ao governo caberia o papel de manutenção da ordem, propriedade e da liberdade individual, ou seja, o governo não deveria interferir nas relações de mercado.
Essa teoria econômica perdurou até a década de 30 (época da queda da bolsa americana, -1929) conhecida também como " A Grande Depressão". Nessa época, surgiu no cenário econômico o inglês John Maynard Kaynes, um dos maiores críticos do laissez-faire. Kaynes introduziu no cenário econômico, entre outras coisas, a necessidade da interferência governamental, principalmente para a recuperação dos países no pós guerra. Suas idéias inovadoras foram fundamendais para tirar os EUA da Grande Depressão. Como as atividades econômicas estavam praticamente paralisadas, Kaynes dizia que o governo precisa intervir gerando gastos e empregos e dessa forma a roda da economia voltaria a girar... e deu certo, se não houvesse nada a fazer, o governo deveria por exemplo, pagar alguém para enterrar garrafas e pagar a outro alguém para desenterrá-las, essas pessoas passariam a ter uma renda e assim voltariam a comprar e movimentariam a economia, bingo! Essa fórmula não só tirou o país da depressão como transformou-o no mais rico, por outro lado, ficou um buraco enorme chamado "dívida pública". A partir daí, logicamente, praticamente todos os países adotaram a tal fórmula mágica e chegamos até aqui, o ápice da desordem ecônomica.
Esse ápice, me faz lembrar a 5º Lei Hermética, "Lei do Ritmo" que diz que tudo tem fluxo e refluxo, tudo sobe e desce, todo sistema quando atinge o seu ápice, sua máxima expansão, se torna e inerte e ocorre um novo ciclo.
Aonde estou querendo chegar com esse post? é apenas mais uma reflexão, o governo está interferindo cada vez mais na nossa liberdade econômica, todos sabem que temos uma das maiores tributações do mundo e no entanto os serviços públicos estão cada vez piores, temos a sensação de que pouca coisa funciona, temos médicos, policiais e professores ganhando salários miseráveis, enquanto os parlamentares deitam e rolam com o dinheiro público, não pretendo que isso seja uma crítica ao governo, até porque, sou contra a esse tipo de ação, mas vejo como um momento de repensarmos o sistema como um todo. A incapacidade administrativa dos políticos brasileiros é sem dúvida, clara, não havendo o que ser discutido a esse respeito. Infelizmente temos poucos representantes administradores, e como se não bastasse, a maioria dos que possuem capacidade administrativa, possuem também um desvio de caráter e de ética descabível.
O governo brasileiro, através de seus órgãos, como a Receita Federal por exemplo, empunham o papel de xerifes do povo, quando deveria ser exatamente o contrário, ou seja, o povo tem que fiscalizar o governo e não o contrário, porém estamos cada vez mais reféns desse sistema que pensamos ser democrático mas que na verdade a autocracia vem imperando cada vez com maior força.
Precisamos de cidadãos, o ser cidadão é um ser que conhece seus direitos e deveres e de posse desse conhecimento, intervém nas políticas públicas buscando a transformação do que não está bom. Precisamos sair da apatia e das críticas vazias, precisamos exercer nosso papel de cidadãos.
Namastê
A Expressão "Laissez-faire", significa "deixai fazer" foi o símbolo do liberalismo. Segundo essa teoria o melhor Estado era o que menos governava (ou interferia na economia) ao governo caberia o papel de manutenção da ordem, propriedade e da liberdade individual, ou seja, o governo não deveria interferir nas relações de mercado.
Essa teoria econômica perdurou até a década de 30 (época da queda da bolsa americana, -1929) conhecida também como " A Grande Depressão". Nessa época, surgiu no cenário econômico o inglês John Maynard Kaynes, um dos maiores críticos do laissez-faire. Kaynes introduziu no cenário econômico, entre outras coisas, a necessidade da interferência governamental, principalmente para a recuperação dos países no pós guerra. Suas idéias inovadoras foram fundamendais para tirar os EUA da Grande Depressão. Como as atividades econômicas estavam praticamente paralisadas, Kaynes dizia que o governo precisa intervir gerando gastos e empregos e dessa forma a roda da economia voltaria a girar... e deu certo, se não houvesse nada a fazer, o governo deveria por exemplo, pagar alguém para enterrar garrafas e pagar a outro alguém para desenterrá-las, essas pessoas passariam a ter uma renda e assim voltariam a comprar e movimentariam a economia, bingo! Essa fórmula não só tirou o país da depressão como transformou-o no mais rico, por outro lado, ficou um buraco enorme chamado "dívida pública". A partir daí, logicamente, praticamente todos os países adotaram a tal fórmula mágica e chegamos até aqui, o ápice da desordem ecônomica.
Esse ápice, me faz lembrar a 5º Lei Hermética, "Lei do Ritmo" que diz que tudo tem fluxo e refluxo, tudo sobe e desce, todo sistema quando atinge o seu ápice, sua máxima expansão, se torna e inerte e ocorre um novo ciclo.
Aonde estou querendo chegar com esse post? é apenas mais uma reflexão, o governo está interferindo cada vez mais na nossa liberdade econômica, todos sabem que temos uma das maiores tributações do mundo e no entanto os serviços públicos estão cada vez piores, temos a sensação de que pouca coisa funciona, temos médicos, policiais e professores ganhando salários miseráveis, enquanto os parlamentares deitam e rolam com o dinheiro público, não pretendo que isso seja uma crítica ao governo, até porque, sou contra a esse tipo de ação, mas vejo como um momento de repensarmos o sistema como um todo. A incapacidade administrativa dos políticos brasileiros é sem dúvida, clara, não havendo o que ser discutido a esse respeito. Infelizmente temos poucos representantes administradores, e como se não bastasse, a maioria dos que possuem capacidade administrativa, possuem também um desvio de caráter e de ética descabível.
O governo brasileiro, através de seus órgãos, como a Receita Federal por exemplo, empunham o papel de xerifes do povo, quando deveria ser exatamente o contrário, ou seja, o povo tem que fiscalizar o governo e não o contrário, porém estamos cada vez mais reféns desse sistema que pensamos ser democrático mas que na verdade a autocracia vem imperando cada vez com maior força.
Precisamos de cidadãos, o ser cidadão é um ser que conhece seus direitos e deveres e de posse desse conhecimento, intervém nas políticas públicas buscando a transformação do que não está bom. Precisamos sair da apatia e das críticas vazias, precisamos exercer nosso papel de cidadãos.
Namastê
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